Em mil anos! contaram todos os dias após seu nascimento, a esperança da vida morre, criou-se uma maldição, o povo está perdido, agora a terra sucumbirá nas trevas.
o dragão negro maldito, eles temiam, seculos e seculos, e sabiam eles que o seu deus era o caminho para a morte e a pestilencia.
Luz nascia nas primeiras horas de um dia de ceu claro, os passaros faziam seus voos em busca de alimento, enquando era visivel a divisão entre escuridão e luz no ceu, e era belo o vermelho que essa batalha deixava. O dragão despertava em sua montanha, era estranhamente caulteloso e sistematico, observava atentamente a cada detalhe do seu cenario em volta, com um olhar desconfiado e penetrante, e subia ao topo de sua casa.
era alto, poucos eram os que conseguiriam subir aquela montanha, composta de pedras centenarias cobertas de musgos e plantas pequenas, que eram o contraste de vida naquele rochedo morbido.
mas eram poucas, a temperatura baixa e o sol que não chegava com toda a força eram os maiores contribuintes para essa solitude. para quem estava no lago, o sol nascia exatamente atrás da montanha, onde o dragão observava atentamente a pequena cidade até mais tardinha, onde ele deixava sua montanha por um tempo, diziam que era o seu ritual para manter-se como deus soberano, e alguns até diziam que ele descia para capturar moças e crianças, e manter seu ritual.
o sol batia fortemente nas costas do dragão, e ele gostava, passava ali algumas horas, e costas para o sol e de frente para a cidade, observando atentamente, furioso, penetrante, e até magnetico.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário